sexta-feira, 20 de julho de 2012

Sinopse da Cubango 2012 - Série Ouro


 
 
  "Teimosos da Imaginação"
 
A distancia medida pela pobreza
não pode impedir o reconhecimento;
e nem a arte, nem a capacidade de imaginar,
cabem nos rótulos baseados em origem social!

I

Todo artista tem que ir aonde o povo está!
Portanto, avante Cubango, nosso rumo é a Sapucaí e o Universo Criativo,
acompanhados do insubordinado Samba,
que carrega nas entranhas o desejo de sonhar:
quem já admira, aplauda,
E quem não alcança tanta originalidade, acorde e reconheça!

Empunhem retalhos de tecidos, latinhas de alumínio,
plástico, CDs, papelões, franjas, fitas, fuxicos e crochês,
troncos e galhos secos, pó de serra, coco, babaçu, látex.
Da moringa de barro, façam corpo de boneca,
E ao manto de Nossa Senhora,
Misturem panos de Yansã e Nanã.

II

Seria mais belo ver no Museu que ver empinado no céu do Cruzeiro do Sul?
Porque um mundo feito a maquina,
não compreende a beleza dos bordos irregulares do barro...

Escapemos do formalismo convencional esterelizante,
Fujamos das normas que desvirtuam a vocação.
Vamos superar a fronteira mentirosa que separa a arte em diversas categorias
(para supervalorizar aquela que interessa ao poder da hora, definidor).
Deixem os vidrados escorrerem desigualmente,
Apreciem a boniteza torta das canecas,
E a falta de equilíbrio total das jarrinhas.

A efemera arte carnavalesca,
retratando nossas obras-primas que não tem Agente nem falam inglês.
Tratamos daqueles que teimam em libertar o impulso imaginativo,
ainda que não tenham estudado nas Belas Artes universitárias,
e não se submetem aos cânones do “bom gosto” dos caras-pálidas.

Eles estão longe das galerias da moda.

Eles transcendem e flagram a força estética do nosso povo,
numa atividade solitária e única, sem pretensa erudição.

III

Viajemos aos rincões distantes do Brasil,
Onde o talento emana do brasileiro povo persistente, escancarando imaginários.
Habitam reinos de riquezas, não verbalizados nem justificados,
porque cada obra identifica um momento único,
em assinaturas que ecoam no infinito do tempo:
inspiração.

Memória misturada, liberdade espantosa,
irradiando uma sensibilidade incomum,
no desenho simples (e muito elaborado),
de um amorfo que vai ganhando significados Brasis.

A força de jazidas submersas,
Que nos leva a refletir sobre quem somos e de onde viemos.
Sofisticadas tramas cerzidas de penas, seda, argila, ferro e madeira: tradições!
Processos de construção simbólica da mais genuína arte brasileira.
Cordões em pêndulos para se entregar a Deus,
Que sopra a glória da vida nos mais diferentes suportes:
Impressionantes bonecos, pipas, quadros, brinquedos, grafites e plataformas virtuais.
Fazem, conhecem, expressam forças mentais.
Talento dos dedos de Artistas, que faz chorar de emoção;
um segredo, em mistério insondável da Criação.

IV

Eles estão pelos portos, nas feiras, em praças publicas.
Deles se diz: “sujeito que faz uns troços de barro ou de madeira",
ou "um tipo meio maluco que vive meio entocado lá pras bandas do rio”.
Vidas em andanças, esperas e insistências.

E para que não fiquem famosos apenas depois de mortos,
Porque somos um povo ainda por descobrir nossa identidade cultural,

Aqui estão as mãos dos Mestres:

Dim, brinquedeiro nordestestino;
J. Borges, cordelista;
Bonequeiros Dona Isabel Cunha e Mestre Expedito;
Grafiteiros urbanos;
Ceramista Indígena Mestre Cardoso;
Reciclagem em Instalações de Cícero Alvesa;
Luzia dos Santos e seus Pavões de Cerâmica;
Os palhaços de resina de Mirtes Rufino;
Joca Galo com seus Galos metálicos;
Estandartes de Marcelo Brant;
Os Papangus de Sivonaldo Araújo;
A arte ingênua de Emerlinda;
Joana Lira e suas Instalações;
Rendas de Sami Hilal;
Xilogravuras de Derlon Almeida;
Esculturas de Miguel dos Santos;
Cerâmicas de Manoel Galdino;
Mestre Gerard, o Santeiro de Barro;
Bispo do Rosário, e suas Roupas para encontrar Deus;
As Pandorgas (pipas) de Valdir Agostinho;
Os Brinquedos de Getúlio Damado;
Gentileza e seus Murais...

E como carnaval também tem Mão de Mestre
O Vime do Victor e o Metal precioso de Shangai!

V

Resumo da Ópera:
dentre a gente simples e sábia, celebremos nossos Artistas.
Encham então os pulmões e cantem, com galhardia:
Arte, Artista, Povo Brasil.

Em vez de pegar o martelo e mandar a estátua falar,
Peguem as baquetas e ordenem às criações geniais,
Obras de arte que tanto orgulham a Cubango e os Brasileiros:
Sambem!

Milton Cunha,
a partir da concepção do Carnavalesco Severo Luzardo Filho.
Pesquisa Julio Cesar Farias.
 Fonte: Acadêmicos do Cubango

Sinopse da Caprichosos 2013 - Série Ouro


 

 “Fanatismo: enigma da mente humana”

Feito que ninguém antes achava ser possível: um “neurochip” agora é capaz de monitorar conversas entre células do cérebro...

Curiosos! Personificamos o diálogo de uma rede de neurônios, numa linguagem carnavalesca, revelando os mistérios da mente humana.

Entremos: Tudo arquitetado minuciosamente. Um suposto silêncio é interrompido! Numa forma poética, os hemisférios nos põem à prova, entre descargas elétricas e químicas tudo se renova. Um tom? Uma voz? Vozes! Ora fácil, ora sério, cada vez mais perto de descobrir o grande mistério... Esplêndido. Lá estão eles. Entre assuntos diversos, numa complexa rede de diferentes sistemas, na única sede de controle, o enigmático encéfalo, discutem sobre as inúmeras diferenças existentes entre cada pessoa. O que é o poder da mente humana? Questionam, em tom de protesto. Do hemisfério direito, responsável pelo pensamento simbólico e criativo, pronuncia-se, talvez o mais antigo dos neurônios: O homemse equilibra no fio do seu pensamento, sem que tenha asas, voa, e, sem limite, se aventura, segue à toa e, se possível, até sua identidade leiloa. Devemos orquestrá-lo como um ser que sente, pensa e age, quer pela razão, quer pela emoção ou fé.

Começávamos a entender o comportamento humano como retrato das suas interrogações sobre a vida, o cosmos e a sua percepção do real e irreal. “Equilibrista, o homem se apodera dos seus sonhos, elabora, passa o mundo em revista”, seu conteúdo ri, chora, conquista... Um momento precioso. Falam da origem do Homem! Surgiu da ação divina! Não! É fruto da evolução biológica do Homo Sapiens... Categórico e controlando os ânimos, outro velho neurônio – manifestando-se do hemisfério esquerdo, responsável pelo pensamento lógico, intervém: Seja como for, o fato é que homem surgiu e, com ele, mesmo que numa categoria primitiva, vieram os símbolos, gestos, desejos e formaram-se cenários onde atuam e registram sua presença no tempo, através de comportamentos comuns ou não em várias civilizações e culturas. Conduzimos tudo o que passa com esses seres: biologicamente são iguais, quimicamente as reações orgânicas são as mesmas e de forma estrutural são idênticos. Mais o que demarca as diversas motivações psíquico-emocionais dos seres humanos, como forma de adoração ou de crenças absolutas, que os levam a desenvolver algum tipo de fanatismo? O velho neurônio se senta e segue sua explanação na tentativa de desvendar este grande enigma:

O homem cria mitos, superstições ou ritos mágicos em torno de uma existência sobrenatural, inatingível pela razão, equivalente à crença num ser superior e ao desejo de comunhão com ele.
Sua primeira aspiração fanática é o culto ao Sol. Nele, revela sua alegria de viver: caça, organiza-se, protege-se do frio e personifica o Sol, atribuindo-lhe a sua própria imagem na tentativa de aproximá-lo do seu cotidiano.
Segue-o... E na lúdica permutação dos nomes próprios em deuses, o denomina “rei dos céus” (herói solar): Adônis, Freyr: soberano do reino da luz, Hórus: deus do horizonte, da terra onde nasce o Sol, Mitra: divindade indiana, Sol Vencedor, Huetsilopochtli: deus asteca, associado à alma dos guerreiros que acompanham o Sol em suas rondas diárias no céu, entre outros.


O medo do desconhecido e a necessidade de sobrevivência estreita seus laços afetivos. Recria seus mitos. Usando-se dos saberes inexplicáveis: vida e morte, riqueza e sofrimento, luz e trevas, seus rituais assumem um papel cultural, além de aspectos mágicos e religiosos.

Estabelecem cerimônias, cultos, sacrifícios e da forma mais diversa promovem todo tipo de oferendas e libações, seguido de cantos, danças, banhos de ervas, instrumentos, adereços e fundamentos, como conceito original de suas crenças.

Assim, a significação ritualística do homem primitivo avança entre a descoberta do fogo no período paleolítico, os ritos de procriação e fertilidade humana das diversas tribos africanas, os de contemplação da morte, como dos índios bororos - primeiros habitantes das terras mato-grossenses - até as crendices e supertições que deram origem às simpatias de um povo divertido denominado “brasileiro”. Flashes de luz! Um neurônio é atingindo por estímulo externo, chamado “amor” e, como uma faísca correndo numa trilha de pólvora, a mudança de voltagem viaja pelo seu axônio. Neurotransmissores entram em ação! Ativam o sistema de recompensa do cérebro, causando, entre outros efeitos, a sensação de bem-estar, de prazer e de paixão. Tudo acontece ao mesmo tempo... E o velho neurônio discursa sobre a relação de entrega absoluta dos seres humanos ao amor. Ao longo dos séculos, muitas relações provam a fanática tendência do homem pelo seu objeto de desejo, de viver um grande amor a qualquer custo. Misturando fantasia e realidade o amor acontece... Exaltam das histórias românticas Cleópatra e Marco Antônio, amantes que, sob laços obsessivos, eternizam suas paixões através do suicídio, em nome do amor. A saga amorosa da rainha de Sabá, que atravessa o deserto em busca de novos conhecimentos e se apaixona pelos sábios encantos do rei Salomão e tantas outras paixões... Histórias de amor são mesmo imprevisíveis e superam todas as barreiras. Haja vista as “estórias” de Cornélio. Aquele sujeito que diz: o amor é tão puro que a traição é algo que não alcanço... É! O amor é cego, enquanto o outro “afoga o ganso”, entre quatro paredes frequentemente e sem descanso, lá vai ele exibindo seu chifre de “corno manso”. Tórridos romances transcendem de comportamentos incomuns – telefonemas compulsivos, serenatas, gritar dos telhados, ciúmes, perseguições e ganham uma vasta produção romanesca. No espaço literário, tudo é possível. O amor é trágico, intenso, apaixonado, eterno e fanático. É na literatura que Medéia envenena seus próprios filhos, para vingar-se de Jasão por não corresponder o seu “fanático amor” por ele. Tristão e Isolda bebem um tipo de licor, um elixir, que os torna inadvertidamente ligados por um amor indissolúvel. Conhecemos a tragédia amorosa do Conde, que volta da guerra e descobre que sua amada, julgando-o morto, havia se suicidado. Revoltando-se contra Deus, torna-se um ser amaldiçoado: o Conde Drácula. E a bela história de amor de Romeu e Julieta, proibidos de vivenciar sua experiência amorosa mediante a rivalidade de suas famílias, vão até as últimas consequências para manter acesa a chama de suas paixões. Sofrimentos, desencantos, solidões, tudo aliado a uma imensa ternura e a um desejo de felicidade provocam uma convulsão interior transbordante de poesia à natureza do homem... Como se o poema de Florbela Espanca fosse sussurrado em nossos ouvidos: “Minh’ alma, de sonhar-te, anda perdida Meus olhos andam cegos de te ver! Não és sequer razão do meu viver,

Pois que tu és já toda minha vida! Não vejo nada assim enlouquecida... Passo no mundo, meu Amor, a ler No misterioso livro do teu ser A mesma história tantas vezes lida”!

Na linha do tempo, a dialética deste sentimento impressiona: da vida real para os romances, dos romances para a vida real. Dão alento aos comuns corações, que batem por um toque especial, por uma troca de olhares, por um beijo terno que pare o tempo!


O ser humano sempre seguirá desejando um amor duradouro, eterno, até que a vida os separe. Um amor com “definição de quero, sem lero-lero da falsa sedução”. Salve Jonh Lenon e Yoko Ono, Salvador Dali e Gala, Jorge Amado e Gattai e tantos outros, que disseram não à “constituição dos séculos que diz que o “garantido” amor é a sua negação”.

Por um instante, temos a impressão de que tudo para de funcionar! Mas estávamos enganados. Era um impulso nervoso, do tipo tudo ou nada: ou você acredita ou não acredita, não havia meio termo. Algo que poderíamos chamar de “ideia fixa”.
Como é feito em discursos monológicos, o nosso velho - e conhecido - neurônio prega sua palavra aos “fiéis”, atentos e curiosos, “neurônios companheiros”. Um “sentimento oceânico” invade a alma das pessoas, tornando-se uso e transformando-se em marca de uma febre fanática em diversos campos da vida social. Tal febre, cuja paixão e adesão, historicamente associadas a motivações de natureza religiosa, nacionalista, política, cultural ou esportiva, cria uma sensação de liberdade nos seres humanos quando aceitos por um determinado grupo ou para experimentar uma “nova vida”. Como filhos de suas verdades absolutas ou crentes do fervor excessivo, irracional e persistente por qualquer coisa ou tema, os sintomas existentes nos nobres medievais não me deixam dúvidas de que são fanáticos: acreditavam na presença de Deus no centro de tudo e pagavam dízimos altíssimos visando um lugar no céu; como não pensar o mesmo do parafrênico Hitler e sua absurda ideia de supremacia da raça ariana e a eliminação dos “impuros”? E daquela gente sofrida, que tudo que tem na vida é o sacrifício da promessa cumprida?Que crê num misticismo religioso, num deus de carne e osso: “Padim Pade Ciço”. Sai gente de tudo que é canto, devoto, promesseiro, romeiro, pra pedir a benção do tal pastor de Juazeiro.

Na bonança, todos – homem, mulher, idoso e até criança – têm absoluta confiança, cantam em romaria e admiram o sermão do velho guia. Lute pela paz ele dizia, e mais adeptos adquiria... A História nunca provou se era santo ou embusteiro. Só se sabe que tinha o nome de Antônio Conselheiro. Sem falar que muitos têm a certeza, de que o “único remédio contra os males” são as inscrições do Profeta Gentileza. Como os extremistas religiosos do Oriente Médio não há. Islâmicos, judeus e cristãos com uma adversidade étnica e cultural que vai além do que supus, que pouco se diferencia do sermão dos pastores evangélicos a caminho da luz... onde tudo é pecado ou está amarrado em nome de Jesus.

Os seguidores de Bin Laden, estes não dão pausa... Explodem-se contra o sistema na luta por uma causa. Dada a complexidade do assunto, tem até quem duvide que Vicente Van Gogh tenha sido esse gênio glorioso, devido ao seu extremo fanatismo religioso. Tem de tudo um pouco. Até os mais irreverentes dos povos, como, por exemplo, os brasileiros no seu trato diário com Deus. É curioso, “mas tudo que se faz na terra se coloca Deus no meio, Deus já deve está de saco cheio: deus lhe pague, deus lhe guie, deus lhe abençoe, Deus é vosso pai, é vosso guia...” Uma espécie de doutrina os conduz... A “febre fanática” não se restringe somente ao campo religioso, também ganha dimensão nos estádios de futebol, com as torcidas organizadas; em campanhas políticas; em grandes shows, com fãs histéricas mostrando cartazes e vestindo-se como os seus ídolos, entre os amantes de chocolates, colecionadores, consumistas e repousa sobre a paixão de inúmeros sambistas, apaixonados por suas escolas de samba. Sem esquecer daqueles que não se importam com enormes filas para arriscar a sorte, acreditando que ganharão milhões com apenas alguns trocados... No ritmo e no alcance da comunicação, em séries ao longo de cadeias sinápticas, o velho neurônio faz as suas considerações finais: A humanidade é fanática? Ou o homem é realmente fruto do meio? Não seria essa mesma humanidade que perderia parte da sua defesa psíquico-emocional com o avanço do “capitalismo selvagem”, que o próprio homem e sua tecnologia não temeram irracionalmente em suplantá-la, que tem as respostas para um “permissivo fanatismo”? Corpo sarado é a certeza da busca fanática pela beleza, em detrimento da sua própria origem? Quem administra os “paraísos fiscais” com suas “cédulas abençoadas” longe dos pregões, juros e até poupanças, apoiados por exorbitantes acúmulos financeiros: corruptos ou fanáticos por dinheiro? E o título de poder para suas periódicas descobertas, que, fanaticamente, experimentam ao invés de descobrirem definitivamente a cura do Câncer ou da AIDS? Seja você fanático ou não, por alguma causa, coisa, natural ou artificial, objetiva ou subjetiva, não importa. Viva! E faça do seu pensamento mais uma possibilidade de transformação da vida humana. Era uma vez... o enigmático encéfalo! Razão, emoção e fé...tomam conta da nossa mente carnavalesca. A Caprichosos de Pilares pede passagem para contar, em forma de samba, o enredo “Fanatismo: enigma da mente humana”, nesse encontro mágico e poético chamado carnaval. Marcos Roza, pesquisador de enredos

sábado, 14 de abril de 2012

Nova presidência no Arranco

Arranco tem nova presidência administrativa: Tatiana dos Santos Irineu Alves. O vice é Pedro Cesar Vianna dos Santos e a presidente do Conselho é Norma Suely Rodrigues de Oliveira

Monarco na feijoada da Porto da Pedra

Porto da Pedra realiza feijoada com show de Monarco da Portela neste sábado 

 

Evento contará com a apresentação do novo diretor de harmonia do Tigre

Para quem aprecia boa gastronomia e música de qualidade, a Feijoada da Família Tigre é uma ótima opção de lazer para o próximo sábado, 14. A animação da próxima edição, que começa às 13h, ficará por conta do Grupo Arruda, com a presença da cantora Maria Menezes, e do show do consagrado sambista Monarco da Portela, além de, claro, do já tradicional e famoso feijão da Dona Ângela. A Feijoada aproveita para comemorar o aniversário da chef, que foi consagrada ao conquistar o título de segunda melhor feijoada carioca, no concurso Rio Gastronomia, promovido pelo jornal O Globo em 2011. Segundo Dona Ângela, o segredo do seu feijão é muito amor. “Fico ansiosa para todo segundo sábado do mês chegar. Amo ver o povo apreciando meu feijão e comemorar meu aniversário no dia de mais uma edição de sucesso é muita honra. Muito amor é a principal receita para que tudo tenha muito sabor”, disse a chef.
Durante o evento, a Porto da Pedra apresentará oficialmente o novo diretor de harmonia que defenderá o Tigre em 2013. Radialista e com passagens por grandes escolas do Rio de Janeiro, Rômulo Ramos é mais novo membro da agremiação. Para o diretor, defender a harmonia do Tigre será um grande prazer. “Estou muito feliz com o convite do presidente Francisco. Acredito muito na comunidade gonçalense e certamente vamos, juntos, realizar um grande trabalho. Será uma honra e um enorme prazer defender a Porto da Pedra no quesito”, afirmou Rômulo.
Segundo o presidente da escola, Francisco Marins, o retorno da feijoada promete agitar São Gonçalo. “Nosso evento já é sinônimo de sucesso. É lindo ver nossa comunidade reunida e sempre forte para defender com garra nosso pavilhão. O retorno da feijoada é mais um motivo para agitar nossa cidade todo segundo sábado do mês”, disse o presidente. O  evento  contará também com o show da bateria “Ritmo Feroz” e segmentos da vermelha e branca, além de espaço para recreação infantil . A quadra da Porto da Pedra fica na Av. Lúcio Tomé Feteira, 290, Vila Lage, São Gonçalo. Para mais informações: 21 3707-1518

Serviço Feijoada da Família Tigre
· Entrada: R$ 10
· Prato: R$12
A entrada gratuita da comunidade acontecerá mediante apresentação da carteirinha da escola
 
Fonte:  http://www.unidosdoportodapedra.com/site/component/k2/item/194-porto-da-pedra-realiza-feijoada-com-show-de-monarco-da-portela-neste-s%C3%A1bado

Feijoada dia 15 na Viradouro com Mauro Diniz


Mauro Diniz será atração da feijoada da Viradouro, dia 15


A Unidos do Viradouro colocará mais água no feijão para realizar mais uma grande festa, dia 15, a partir das 13h, em sua quadra. É isso mesmo! Enquanto a galera forra o estômago com feijoada e refresca a garganta com uma geladinha, os intérpretes Gilberto Gomes e Niu Souza tocam uma roda de samba com o melhor de hoje e outrora. E não para por aqui, não. Quem também subirá ao palco para agitar os convidados será nada menos que Mauro Diniz. O cantor, compositor e cavaquinista, claro, recordará sucessos que animaram o Cacique de Ramos - pagodes que constam no CD 'Samba com realidade' -, além de canções gravadas com e por nomes como Zeca Pagodinho, Roberto Ribeiro, Fundo de Quintal, Jovelina Pérola Negra e Monarco. O encerramento ficará a cargo dos ritmistas de Mestre Pablo, passistas e intérpretes da agremiação.
Ingressos a R$ 5 e prato de feijoada caprichosamente servido a R$ 10. A quadra da Viradouro fica na Av. do Contorno, nº 16, no Barreto, em Niterói. Mais informações pelo tel. 2624-1804. Censura livre. A entrada para a feijoada é GRATUITA para componentes da escola.
Serviço:
FEIJOADA DA VIRADOURO COM MAURO DINIZ
Data e Horário: Domingo, dia 15/04, a partir das 13h
Entrada: R$ 5. Feijoada: R$ 10.
Local: Quadra da Viradouro, na Av. do Contorno, 16, Barreto, em Niterói
Mais informações pelo tel. 2624-1804
Censura livre.

Fonte:  http://www.gresuviradouro.com.br/noticia_feijoada2012abril.html

Plenária 18 de abril de 2012 - Associação

Próxima Reunião Plenária
Dia 18 de Abril 2012

Fonte: http://www.aescrj.com.br/

Associação divulga agenda 2012

A Associação das escolas de samba divulga através de seu site oficial a agenda 2012 dos preparativos para o próximo carnaval:

DATA DIA EVENTO LOCAL HORARIO


23/07/2012 segunda-feira

SORTEIO DA ORDEM DOS DESFILES CARNAVAL 2013 e PREMIAÇÃO CARNAVAL 2012
Não Definido Não Definido


27/08/2012 segunda-feira WORK SHOP COM MESTRES-SALAS E PORTAS-BANDEIRAS DOS GRUPOS C-D-E


06/09/2012 quinta-feira

ANIVERSÁRIO DA AESCRJ



29/10/2012 segunda-feira

LANÇAMENTO DOS ENREDOS GRUPOS C, D e E



12/11/2012 segunda-feira INÍCIO DAS GRAVAÇÕES DOS CD`s DOS GRUPOS C-D-E CARNAVAL 2013


19/11/2012 segunda-feira

ELEGANTES DO SAMBA



15/12/2012 sábado

FESTA DE LANÇAMENTO DOS CDS. GRUPOS C, D e E





MUSA DO CARNAVAL RIO DA SAMBA
Intendente Magalhães





EVENTO DATA DATA


Abertura Das Inscrições 06/09/12 sede da AESCRJ às 19:00H.


Apresentação 10/12/12 Não Definida
1ª Eliminatória
2ª Eliminatória
Semifinal
Final Não Definida



Fonte: http://www.aescrj.com.br/html/agenda.html















Atenciosamente:
Eduardo José
Presidente da AESCRJ